segunda-feira, 22 de junho de 2015

Memória Descritiva - Proposta de Trabalho #3

A terceira e última proposta de trabalho da unidade curricular de Design e Comunicação Visual, aliado ao projeto ‘’Ocean Action’’ do CIIMAR, consiste na realização de uma infografia que retrate o impato da poluição do plástico nos oceanos.
A primeira etapa consistiu na recolha de ideias através da visualização de diferentes infografias sobre a poluição, que nos pudesse auxiliar na realização do nosso projeto. Em seguida a escolha da forma, cor e estrutura foi fundamental para a decisão do tipo de infografia que iríamos criar.
Optamos por um projeto linear, sem muita informação acumulada para não se tornar demasiado confuso e de difícil compreensão. A informação está organizada verticalmente, na qual incluímos diferentes tipos de grafismo, desde timeline, gráficos circulares a ícones.
No que diz respeito às caraterísticas da infografia tentamos valorizar a simplicidade, a unidade, o equilibrio e a regularidade. O software utilizado ao longo das etapas de elaboração, foi essencialmente o Adobe Photoshop CS5.
A cor de fundo escolhida pretende remeter o observador para um ambiente aquático,  todas as restantes tonalidades balançam entre os azuis neutros.
Selecionamos quatro preocupantes poluentes das águas para representar na linha do tempo, sendo eles o cigarro, a garrafa de água, uma lata de refrigerante e um saco de plástico. Para além de serem de uso quotidiano, são aqueles que são frequentemente lançados ao mar. O tempo que demora até que estes resíduos se degradem, passando pelo consumo elevado de plástico até aos principais responsáveis pela poluição, criam uma conscencialização para uma minimização de potenciais estragos ambientais
Em suma, a nossa infografia tem por objetivo sensibilizar para os danos irreversíveis decorrentes da poluição causada pelo plástico, tal como nos foi sugerido pelo CIIMAR (Centro Interdisciplinar de Inevstigação Marinha e Ambiental).



Primeira tentativa - Proposta de trabalho #3


quinta-feira, 23 de abril de 2015

Entrega trabalho - Proposta #2

Memória descritiva.

No âmbito da unidade curricular de Design e Comunicação Visual, foi-nos proposta a realização de uma infografia recorrendo a elementos tipográficos, com base numa notícia escolhida pelos próprios discentes.
 O nosso plano de trabalho ficou definido na primeira aula: em primeiro lugar era necessário recolher ideias que nos pudessem eventualmente ajudar a criar uma tipografia adequada à noticia escolhida, em seguida efectuamos uma análise precisa aos diversos tipos de letra e escolhemos o que nos parecia mais coerente com o nosso trabalho. Esta escolha foi fundamental, visto tratar-se de um processo de elaboração de uma composição baseada primordialmente em texto.
A escolha da notícia constou de um primeiro momento de análise de diversos jornais e notícias sobre borboletas, para facilitar a realização da tipografia. De seguida, delineamos a forma da borboleta utilizando o programa auxiliar- Adobe Illustrator, e nele dispusemos palavras-chave do texto de forma homogénea, de modo a criar uma leitura dos conceitos abordados na notícia.
Muito importante para a concretização desta tipográfica foi também a recolha de imagens. Ter uma fonte de inspiração ajudou-nos a ter ideias inovadoras e criativas. A nossa notícia retratava o novo espaço que se encontra no Jardim Botânico onde serão realizadas filmagens sobre o dia-a-dia das borboletas, por este mesmo motivo, optamos por fazer da borboleta o elemento fulcral do nosso projecto


Recolha fotogáfica - Proposta #2






domingo, 19 de abril de 2015

Proposta #2 - A notícia

A notícia por nós escolhida é trata sobre o espaço que se encontra no Jardim Botânico de Lisboa onde se pode acompanhar de perto o dia-a-dias das borboletas.

"Casa das borboletas do Jardim Botânico muda-se para a Internet

Há um espaço no Jardim Botânico de Lisboa que não se paga para entrar e está à mão de semear em qualquer ecrã do mundo. Tem um fundo branco, folhas e podem ver-se transformações que podiam aparecer na BBC Vida Selvagem, no National Geographic ou nos Ficheiros Secretos (para os mais impressionáveis). Muitas vezes a emoção fica ao nível do Baby TV com a carga hipnotizante de ser em directo. Mas quem quiser mais acção pode aceder a vídeos com lagartas a passarem a crisálidas, lagartas a alimentarem-se, borboletas a saírem de crisálidas, borboletas a reproduzirem-se.

Um laboratório vivo

A câmara que grava as Borboletas na Web está instalada num cubículo do laboratório que serve o Lagartagis, o zoo de borboletas mediterrânicas que pode ser visitado no Jardim Botânico de Lisboa. Desde 22 de Maio, o Dia da Terra, que as borboletas estão online num esforço colectivo entre a equipa Lagartagis, a FCCN (Fundação para a Computação Científica Nacional) e o PÚBLICO. Diariamente, conforme a escolha das biólogas do Lagartagis, é possível assistir a pedaços da vida das borboletas, “os bons representantes dos insectos”, diz Ana Sofia Leitão, uma das biólogas que acompanha o projecto. Na morada http://publico.pt/borboletasnaweb transparece a mesma sensação que se tem quando se visita o Lagartagis, caminhar num laboratório vivo. O espaço, com 220 metros quadrados, está protegido por uma rede verde que impede incursões de outros bichos sem criar um ambiente especial, já que o que se quer mostrar às pessoas “são espécies comuns da nossa fauna e as condições ambientais são aquelas que existem durante o ano”, diz Eva Monteiro, também bióloga. Vários canteiros com plantas diferentes formam o jardim. Cada planta está programada para ser o alimento de uma das 24 lagartas de borboletas que o jardim foi pensado para ter. Neste momento o laboratório tem dez espécies de Lepidoptera (a Ordem de insectos a que pertence as borboletas). “Não é fácil criar as nossas borboletas, as tropicais sim”, explica Sofia Leitão. A borboleta-monarca, Danaus plexippus, e a borboleta-da-couve, Pieris brassicae, conseguem passar todo o ciclo de vida no Lagartagis, mas existem muitas outras espécies que têm de ser apanhadas regularmente no campo.  O laboratório, com cerca de 20 metros quadrados, é indispensável para manter o jardim vivo. Na parede de vidro que dá para o jardim vêem-se várias filas de crisálidas de espécies diferentes que estão estáticas por fora, mas que sofrem transformações por dentro. Às vezes, uma destas crisálidas é posta à frente da câmara quando a borboleta está quase a irromper. Há pouco tempo foi a eclosão de uma monarca. “As pessoas conseguem ver o primeiro momento em que a monarca sai da crisálida e começa a bombear a hemolinfa ["sangue" dos insectos] para as asas. Via-se mesmo o abdómen a contrair e a bombear o líquido”, descreve Sofia Leitão. “E isso é maravilhoso!”, conclui com um tom de voz diferente e um brilho dos olhos. Mas a microcâmara também é uma grande oportunidade para a investigação. No Lagartagis acompanha-se a par e passo o ciclo de vida de várias espécies. As gravações vão ajudar: “vamos ficar com registos que se calhar não tínhamos oportunidade de ver, dado o volume do trabalho e a lentidão das mudas das borboletas”, diz Eva. A investigação científica é uma componente importante de todo o projecto, mas não está separada da educação. “Queremos fazer uma ponte entre a investigação e a divulgação ao grande público”, promete Eva. “Os artigos científicos são muito importantes mas ficam restritos a um grupo, a informação não é passada à população e também queremos mudar isso.” E no que toca às borboletas trabalho não falta. Actualmente não existe sequer um atlas geográfico destes insectos em Portugal. Sem isso, não se sabe qual é a distribuição de cada espécie. Mais importante, ninguém pode afirmar quais são as borboletas que estão em declínio porque não existe um historial das espécies. 

Voluntariado para a monitorização 

Para inverter esta situação, a Tagis, o Centro de Conservação de Borboletas de Portugal que está por trás do projecto do Lagartagis, iniciou este ano o Plano de Monitorização de Borboletas em Portugal. O objectivo é obter uma informação compreensiva da distribuição e do estado das espécies em zonas delimitadas e ao longo dos anos. Assim, desenha-se percursos pelo país fora, os chamados transectos, que irão ser visitados quinzenalmente de Maio até Setembro para obter esses dados. Ernestino Maravalhas, vice-presidente da Tagis acredita que o projecto tem potencial: “em Portugal, temos verificado em todas as acções que fazemos que há uma grande necessidade das pessoas saírem do laboratório e irem para o terreno”. Este tipo de monitorização baseado no voluntariado é uma prática que já acontece na Inglaterra onde “há uma rede de voluntários que faz sempre os mesmos transectos e consegue-se perceber mais ou menos a distribuição das borboletas”, explica Sofia. A Tagis quer utilizar a mesma energia cá, apesar de as culturas serem diferentes. “Na Inglaterra as pessoas conhecem, participam e comprometem-se, no fundo é isso que é o voluntariado”, refere Eva. O plano está integrado na rede europeia de parceiros, coordenado pelo Butterfly Conservation Europe. Ernestino defende que o sítio das Borboletas na Web é um bom local para acumular e dispor estas informações. “Falta ali uma pequena base de dados de todas as espécies de Portugal. Com fotografias, informação e a distribuição geográfica”, diz. 

Borboletas digitais num jardim real 

Para Ernestino o projecto das Borboletas na Web é uma ideia inovadora, “permite que as pessoas estejam em locais muito distantes e possam ver o que está a acontecer num laboratório de borboletas”. Mas para quem pode dar um pulo ao Lagartagis terá oportunidade de ver estes insectos no seu ambiente natural. “Este jardim precisa de manutenção todos os dias”, diz Luís Carvalho, jardineiro e o homem dos sete instrumentos do Lagartagis. Todos os dias é necessário tirar os piolhos das plantas, retirar os mosquitos, as aranhas e as teias de aranhas. As plantas que são comidas pelas lagartas têm que ser repostas, “o algodoeiro falso [que é o alimento da lagarta da monarca] é trocado três ou quatro vezes por ano”, revela Luís. Existem actividades ligadas à manutenção diária que são incluídas nos ateliês para as crianças. Todos os anos existe um ateliê diferente, cujo conteúdo é adaptado às idades. Este ano decorre o “Quem come quem”, onde se explica as várias relações alimentares entre as plantas e os animais. Uma das actividades que os alunos fazem é procurar outros insectos que estejam a utilizar o jardim como casa e deitá-los fora. No jardim, a bata azul-escura vestida por todos os alunos do primeiro ano do externato Cinderela não impede que David se destaque. Está sempre com a mão no ar. “Primeiro transformam-se em lagartas depois fazem casulos depois vêm as borboletas põem os ovos e morrem”, explica, descrevendo o ciclo de vida das borboletas numa única respiração. O conhecimento é o que trouxe de uma visita anterior ao Lagartagis. O centro também quer que a educação chegue à Internet. “Temos a ideia de começarmos a dar aulas online pelo Skype. Durante uma hora, com câmara, quem quiser no mundo sabe que nós estamos ali e pode fazer perguntas”, diz Eva. Os alvos serão as crianças do primeiro e segundo ciclo. A preocupação com a vertente educacional é justificada. As borboletas são indicadores da biodiversidade, dão-nos sinais do impacto do aquecimento global, polinizam as plantas, são a base de alimentação de muitos animais e são uma boa forma de entrar no mundo dos insectos que repugna muita gente. Mas quando se pergunta a Sofia Leitão por que é que as borboletas são importantes, a resposta da bióloga surge de forma espontânea: “é porque são bonitas!”."


http://www.publico.pt/sociedade/noticia/casa-das-borboletas-do-jardim-botanico-mudase-para-a-internet-1327871

quinta-feira, 19 de março de 2015

Memória descritiva

Memória Descritiva - Proposta de Trabalho #1

No âmbito da unidade curricular de Design e Comunicação Visual, foi proposto aos discentes a concretização de um projeto que envolvesse elementos básicos e técnicas de comunicação visual, em que o produto final resultasse na criação visual de um disco (capa e cd).
Como é referido em postagens anteriores, tentamos transmitir através de cores e formas, o teor sentimentalista e dramático da peça musical (Taylor Swift- Blank Space).
Através de diálogos e ''brainstorms'', fomos solidificando e construindo ideias que pretendiamos atingir, momentos antes de agendarmos deslocações e intenções específicas.
A intenção é dual, ou seja, pretendemos transmitir duas sensações visuais distintas. Na capa do CD, um cenário idílico, atrativo e utópico, no entanto, ao abrir a caixa, toda essa sensação é contrariada pelo confronto com algo partido, que se estava bem deixou de estar.

Do ponto de vista ideológico, assimilamos o significado da letra da música e tentamos associar vários elementos, viáveis de ser fotografados e interpretados, sendo que o nosso cunho pessoal iria ser dado numa etapa posterior nos programas de edição (Adobe Photoshop e Adobe Illustrator).


Capa do cd - blank space

Para a realização deste trabalho, e como já referido nas postagens anteriores, foram feitas várias tentativas para conseguir obter a perspectiva perfeita da árvore.
A música retrata um amor perdido, um misto de emoções que tão depressa passa do amor ao ódio, por este mesmo motivo optamos por dar cor à imagem inicial, através do programa Adobe Photoshop CS6, onde esta fotografia foi editada. 
Esta imagem pretende demonstrar a confusão interior vivida pela protagonista em questão, que após uma desilusão amorosa, sente-se perdida, como se estivesse a passar por uma tempestade emocional.
Esta ideia foi-nos inspirada pelo videoclip da música, onde se pode ver uma verdadeira tempestade que reflectia o sentimento da cantora.
Utilizamos a Técnica de cor selectiva, e alguns retoques na luminosidade e na saturação da cor.
Por fim conseguimos executar quanto programado e este foi o resultado final.  




CD

No que diz respeito à realização do CD, tiramos uma foto a um prato e à relva, que em seguida partimos também através do programa Photoshop, com a ferramenta Polygonal Lasso Tool, e utilizamos a relva como Background.
Por último, com a ajuda do Adobe Illustrator CS6, demos uma forma circular ao CD.

segunda-feira, 16 de março de 2015

O prato partido

Como a música por nos escolhida retrata um coração partido, destroçado por um amor perdido, tivemos a ideia de utilizar a imagem de um prato partido, para o cd, este foi o primeiro resultado do nosso experimento:


Nesta fotografia sobressaem 2 elementos básicos da comunicação visual. A cor do prato que realça o fato de estar partido, e a forma redonda do mesmo.
A estes elementos juntam-se algumas técnicas de comunicação visual, tais como:

- Fragmentação: decomposição de um conjunto, que neste caso é o prato partido,
- Singularidade: um único prato. 

Primeira tentativa

Devido a minha pouca prática no que diz respeito ao utilizo do photopshop, fiz várias tentativas para conseguir obter o resultado que o nosso grupo estipulou, este foi o resultado da primeira tentativa na edição da fotográfia.

Fotográfias: Olympus
Edição: Photoshop CS6



Experiências fotograficas

Estas serão as imagens que utilizaremos para a capa do nosso cd.
Fotográfias: Olympus
Sem edição
Local: Senhora da Saúde, Carvalhos












segunda-feira, 9 de março de 2015

Primeiras experiências fotográficas

Como expliquei na minha anterior publicação a capa do cd consistirá na rapresentação fotográfica uma árvore, como tal, decidimos fazer várias experiências fotográficas para que o resultado final seja como o desejado.

Fotográfias: câmara de um Iphone 4s
Edição: Iphone 4s
Local: Praça Coronel Pacheco, Porto






segunda-feira, 2 de março de 2015

Primeiras ideias

Depois de algumas pesquisas em busca de inspiração para o nosso projeto, optamos pelo que nos parecia mais adequado e que interpretaria de forma mais precisa, para letra escolhida.

A nossa ideia consiste em fotografar uma árvore na diagonal com uma folha branca para a capa do cd, que retrata exatamente o nome da música, "Blank Space", tendo em consideração as técnicas da comunicação visual, tais como a linha, o contorno, a textura, etc...

No que diz respeito à composição escolhida para o cd, decididos dividir este último em duas parte, numa parte colocamos a fotografia da metade de um prato inteiro e da outra parte, por sua vez, colocamos a metade do prato partido, fragmentação versus unidade.


Primeira Proposta de Trabalho - A música

No âmbito da unidade curricular de Design e Comunicação Visual, foi-nos proposta a elaboração de uma composição que interprete visualmente o tema escolhido. Este trabalho deverá ser constituido por elementos básicos de comunicação visual apreendidos durantes as aulas teóricas.
A letra escolhida para a realização deste projeto foi a "Blank Space" da Taylor Swift:




                                       Nice to meet you, where you been?
                                        I could show you incredible things
                                              Magic, madness, heaven, sin
Saw you there and I thought
Oh my God, look at that face
You look like my next mistake
Love's a game, wanna play?

New money, suit and tie
I can read you like a magazine
Ain't it funny, rumors fly
And I know you heard about me
So hey, let's be friends
I'm dying to see how this one ends
Grab your passport and my hand
I can make the bad guys good for a weekend

So it's gonna be forever
Or it's gonna go down in flames
You can tell me when it's over
If the high was worth the pain
Got a long list of ex-lovers
They'll tell you I'm insane
'Cause you know I love the players
And you love the game

'Cause we're young and we're reckless
We'll take this way too far
It'll leave you breathless
Or with a nasty scar
Got a long list of ex-lovers
They'll tell you I'm insane
But I've got a blank space, baby
And I'll write your name

Cherry lips, crystal skies
I could show you incredible things
Stolen kisses, pretty lies
You're the King, baby, I'm your Queen
Find out what you want
Be that girl for a month
Wait, the worst is yet to come, oh no

Screaming, crying, perfect storms
I can make all the tables turn
Rose garden filled with thorns
Keep you second guessing like
"Oh my God, who is she?"
I get drunk on jealousy
But you'll come back each time you leave
'Cause, darling, I'm a nightmare dressed like a daydream

So it's gonna be forever
Or it's gonna go down in flames
You can tell me when it's over
If the high was worth the pain
Got a long list of ex-lovers
They'll tell you I'm insane
'Cause you know I love the players
And you love the game

'Cause we're young and we're reckless
We'll take this way too far
It'll leave you breathless
Or with a nasty scar
Got a long list of ex-lovers
They'll tell you I'm insane
But I've got a blank space, baby
And I'll write your name

Boys only want love if it's torture
Don't say I didn't say, I didn't warn ya
Boys only want love if it's torture
Don't say I didn't say, I didn't warn ya

So it's gonna be forever
Or it's gonna go down in flames
You can tell me when it's over
If the high was worth the pain
Got a long list of ex-lovers
They'll tell you I'm insane
'Cause you know I love the players
And you love the game

'Cause we're young and we're reckless
We'll take this way too far
It'll leave you breathless
Or with a nasty scar
Got a long list of ex-lovers
They'll tell you I'm insane
But I've got a blank space, baby
And I'll write your name